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	<title>Comentários sobre Direito Ambiental</title>
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	<description>"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante" Albert Schweitzer, Nobel da Paz de 1952</description>
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		<title>Comentário sobre Responsabilidade Civil Ambiental por Camila Miranda</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2008/03/30/responsabilidade-civil-ambiental/#comment-95</link>
		<dc:creator>Camila Miranda</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 19:00:53 +0000</pubDate>
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		<description>Boa Tarde Alan, sou estudante de Direito e estou fazendo minha monografia baseada na Responsabilidade Civil pelos Danos Ambientais, e venho procurado diretrizes, conselhos e materiais acerca do assunto. Caso seja possivel, gostaria de receber algo, ao seu ver, por email.

Obrigado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Tarde Alan, sou estudante de Direito e estou fazendo minha monografia baseada na Responsabilidade Civil pelos Danos Ambientais, e venho procurado diretrizes, conselhos e materiais acerca do assunto. Caso seja possivel, gostaria de receber algo, ao seu ver, por email.</p>
<p>Obrigado!</p>
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		<title>Comentário sobre Touradas x crueldade aos animais por Carolina Ferreira</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/07/11/touradas-x-crueldade-aos-animais/#comment-94</link>
		<dc:creator>Carolina Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 02:02:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitoambiental.wordpress.com/?p=118#comment-94</guid>
		<description>Com tanta crueldade contra os animais nos sentimos vivendo em um era sem limites de violência. Em muitos municipios brasileiros existem práticas de derrubadas de boi, muitos frequentes e aceitas pela sociedade. O que em minha opnião leva a mente de quem faz e acha natural ver aquilo a uma insebilidade que se torna natural.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com tanta crueldade contra os animais nos sentimos vivendo em um era sem limites de violência. Em muitos municipios brasileiros existem práticas de derrubadas de boi, muitos frequentes e aceitas pela sociedade. O que em minha opnião leva a mente de quem faz e acha natural ver aquilo a uma insebilidade que se torna natural.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Advocacia Ambiental em favor do Meio Ambiente por Carolina Ferreira</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2008/03/30/advocacia-ambiental-a-favor-do-meio-ambiente/#comment-93</link>
		<dc:creator>Carolina Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 01:50:01 +0000</pubDate>
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		<description>Diante de tantas as áreas do Direito esta a que me  encanta! Gostaria muito de me aprofundar nessa área, adorei sua colocação... Me esclareceu muita coisa que gostaria de saber! Gostei do texto, é a primeira vez que venho aqui e vou começar a frequentar o site!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de tantas as áreas do Direito esta a que me  encanta! Gostaria muito de me aprofundar nessa área, adorei sua colocação&#8230; Me esclareceu muita coisa que gostaria de saber! Gostei do texto, é a primeira vez que venho aqui e vou começar a frequentar o site!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Conflito de Competência no Licenciamento Ambiental por zeromundo</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2008/04/16/competencia-no-licenciamento-ambiental-o-conflito-de-orgaos-ambientais/#comment-92</link>
		<dc:creator>zeromundo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 03:38:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitoambiental.wordpress.com/?p=58#comment-92</guid>
		<description>Parabéns, pelo cuido acadêmico do material do Blog. 
Bendito Libério Bergamo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, pelo cuido acadêmico do material do Blog.<br />
Bendito Libério Bergamo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O problema da compra e venda de imóvel situado em área de preservação ambiental por Mario Silva</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/05/26/o-problema-da-compra-e-venda-de-imovel-situado-em-area-de-preservacao-ambiental/#comment-91</link>
		<dc:creator>Mario Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:04:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitoambiental.wordpress.com/?p=111#comment-91</guid>
		<description>No Rio de Janeiro é uma prática comum a venda ou invasão de terrenos em Unidades de Conservação ou em Áreas de Preservação Permanente (APP) e envolvem conflitos de natureza fundiária, de forma a gerar uma análise complexa quanto às legislações ambiental, urbanística e patrimonial. Já recebí processos diversos para a análise de impactos e danos ambientais nestas áreas submetidas a regime especial de uso. Outro ponto crítico reflete sobre a legislação urbanística que não atende as restrições da legislação ambiental, ocorrendo até mesmo a possibilidade de parcelar o solo em áreas alagadas (que são APP), muito comum em Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Vargem Pequena e Vargem Grande. Se alguém se interessar pelo assunto, preparei um parecer técnico interessante sobre o tema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No Rio de Janeiro é uma prática comum a venda ou invasão de terrenos em Unidades de Conservação ou em Áreas de Preservação Permanente (APP) e envolvem conflitos de natureza fundiária, de forma a gerar uma análise complexa quanto às legislações ambiental, urbanística e patrimonial. Já recebí processos diversos para a análise de impactos e danos ambientais nestas áreas submetidas a regime especial de uso. Outro ponto crítico reflete sobre a legislação urbanística que não atende as restrições da legislação ambiental, ocorrendo até mesmo a possibilidade de parcelar o solo em áreas alagadas (que são APP), muito comum em Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Vargem Pequena e Vargem Grande. Se alguém se interessar pelo assunto, preparei um parecer técnico interessante sobre o tema.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Teoria da Reparação Integral do Dano Ambiental &#8211; TJ/RJ por maria das graças m.costa</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2008/04/10/teoria-da-reparacao-integral-do-dano-ambiental-tjrj/#comment-90</link>
		<dc:creator>maria das graças m.costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 21:52:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitoambiental.wordpress.com/?p=53#comment-90</guid>
		<description>Prezado Professor,

Tenho lido bastante seus artigos sobre julgados em Direito Ambiental. Como bióloga, com Mestrado em Botânica Sistemática, na UFRJ, e estudante de Direito, o Direito Ambiental é a disciplina que mais me chama a atenção, necessitando tão somente ressaltar alguns aspectos no que diz respeito à regeneração de áreas desmatadas.
Como Botânica, não vejo a possibilidade de regeneração de uma área nativa, cujas espécies animais e vegetais, que puderam migrar para outras áreas, seja pelo processo natural de polinização, em espécies vegetais, seja por busca de sobrevivência, em espécies animais, já o fizeram.
A mata de sucessão que ora se instalaria em decorrência do desmatamento, não mais comporta espécies nativas, dificilmente será de novo um ecossistema equilibrado com todas as suas peculiaridades. Na verdade a mata que seria regenerada, sofre a influência de fatores externos e até mesmo internos, surgindo assim, uma mata secundária com espécies próprias, a exemplo das plantas da família das Bombacaceae.
Necessário seria que as políticas públicas ambientais, estivessem voltadas para a prevenção dos desmandos, das arbitrariedades e do jeito brasileiro de impor o capital acima das necessidades do nosso futuro, e porque não do presente.
Assim, nobre colega, não há que se falar em regeneração e muito menos revitalização de áreas desprotegidas. O importante seria repensar nas políticas públicas e de que forma o direito ambiental poderia auxiliar no não desmatamento e/ou queimadas., e na preservação dos nossos ecossistemas ainda protegidos.


Atenciosamente,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Professor,</p>
<p>Tenho lido bastante seus artigos sobre julgados em Direito Ambiental. Como bióloga, com Mestrado em Botânica Sistemática, na UFRJ, e estudante de Direito, o Direito Ambiental é a disciplina que mais me chama a atenção, necessitando tão somente ressaltar alguns aspectos no que diz respeito à regeneração de áreas desmatadas.<br />
Como Botânica, não vejo a possibilidade de regeneração de uma área nativa, cujas espécies animais e vegetais, que puderam migrar para outras áreas, seja pelo processo natural de polinização, em espécies vegetais, seja por busca de sobrevivência, em espécies animais, já o fizeram.<br />
A mata de sucessão que ora se instalaria em decorrência do desmatamento, não mais comporta espécies nativas, dificilmente será de novo um ecossistema equilibrado com todas as suas peculiaridades. Na verdade a mata que seria regenerada, sofre a influência de fatores externos e até mesmo internos, surgindo assim, uma mata secundária com espécies próprias, a exemplo das plantas da família das Bombacaceae.<br />
Necessário seria que as políticas públicas ambientais, estivessem voltadas para a prevenção dos desmandos, das arbitrariedades e do jeito brasileiro de impor o capital acima das necessidades do nosso futuro, e porque não do presente.<br />
Assim, nobre colega, não há que se falar em regeneração e muito menos revitalização de áreas desprotegidas. O importante seria repensar nas políticas públicas e de que forma o direito ambiental poderia auxiliar no não desmatamento e/ou queimadas., e na preservação dos nossos ecossistemas ainda protegidos.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O problema da compra e venda de imóvel situado em área de preservação ambiental por Alan Motta</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/05/26/o-problema-da-compra-e-venda-de-imovel-situado-em-area-de-preservacao-ambiental/#comment-84</link>
		<dc:creator>Alan Motta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 23:14:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitoambiental.wordpress.com/?p=111#comment-84</guid>
		<description>, através de ação ordinária, e não a desapropriação indireta! O caminho é diferente, mas ao final, o pedido é o mesmo, a indenização.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>, através de ação ordinária, e não a desapropriação indireta! O caminho é diferente, mas ao final, o pedido é o mesmo, a indenização.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O problema da compra e venda de imóvel situado em área de preservação ambiental por Alan Motta</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/05/26/o-problema-da-compra-e-venda-de-imovel-situado-em-area-de-preservacao-ambiental/#comment-83</link>
		<dc:creator>Alan Motta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 23:13:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitoambiental.wordpress.com/?p=111#comment-83</guid>
		<description>No caso de desapropriação indireta, não poderia, pois presume-se que a mesma tenha o requisito da ilegalidade do procedimento estatal, por exemplo, um esbulho possessório por parte do Estado. O que torna a questão especial é que, por exemplo, no caso de tornar uma área de preservação, o Estado será passível de responsabilidade, no que tange a desvalorização do imóvel, mas note-se que tal ato é lícito, a base do pedido da indenização será próprio Princípio da Impessoalidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No caso de desapropriação indireta, não poderia, pois presume-se que a mesma tenha o requisito da ilegalidade do procedimento estatal, por exemplo, um esbulho possessório por parte do Estado. O que torna a questão especial é que, por exemplo, no caso de tornar uma área de preservação, o Estado será passível de responsabilidade, no que tange a desvalorização do imóvel, mas note-se que tal ato é lícito, a base do pedido da indenização será próprio Princípio da Impessoalidade.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O problema da compra e venda de imóvel situado em área de preservação ambiental por EDUARDO PAREDES</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/05/26/o-problema-da-compra-e-venda-de-imovel-situado-em-area-de-preservacao-ambiental/#comment-82</link>
		<dc:creator>EDUARDO PAREDES</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 06:15:18 +0000</pubDate>
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		<description>Quis dizer &quot;veio&quot; ao lugar de &quot;venho&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quis dizer &#8220;veio&#8221; ao lugar de &#8220;venho&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O problema da compra e venda de imóvel situado em área de preservação ambiental por EDUARDO PAREDES</title>
		<link>http://direitoambiental.wordpress.com/2009/05/26/o-problema-da-compra-e-venda-de-imovel-situado-em-area-de-preservacao-ambiental/#comment-81</link>
		<dc:creator>EDUARDO PAREDES</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 06:13:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://direitoambiental.wordpress.com/?p=111#comment-81</guid>
		<description>Muito bem atualizada a jurisprudência! 

Dentro da discussão, essa mudança na concepeção dos Tribunais se deve ao fato de que o comprador não vai poder reclamar em uma ação de desapropriação indireta que a ETEP venha retirar a utilização econômica do bem.

Portanto, venho alinhar a jurisprudência sobre o assunto.

Grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem atualizada a jurisprudência! </p>
<p>Dentro da discussão, essa mudança na concepeção dos Tribunais se deve ao fato de que o comprador não vai poder reclamar em uma ação de desapropriação indireta que a ETEP venha retirar a utilização econômica do bem.</p>
<p>Portanto, venho alinhar a jurisprudência sobre o assunto.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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